RELAÇÃO DOS APROVADOS NO VESTIBULAR DA PUC 2013 – PROGRAMA PINDORAMA

Parabéns a todos os novos colegas do Progama Pindorama.

1. Francisne da Silva – Pankararé – Fonoaudiologia Matutino – 15.736
2. Artur Guimarães de Sá – Pankararu – Administração Noturno – 17.875
3. Cleidiane Jesus da Silva – Pankararé – Eng. Produção Noturno – 18.284
4. Luiz Felipe Jesus Souza – Pankararu – Administração Noturno – 18.439
5. Jane Damasceno dos Santos – Pankararu – Pedagogia Noturno – 18.700
6. Jéssica da Silva Francisco – Pankararé – Artes do Corpo Matutino – 18.701
7. Flávio Barbosa da Silva – Pankararu – Administração Noturno – 18.736
8. Ismar Silva Granjeiro – Pankararé – Engenharia de Produção – 18.751
9. Geni Mara Mattos – Cruaia/Kuruaia – Ciências Sociais – 18.848
10. Ilma Lucas da Silva – Pankararé – Pedagogia Noturno – 18.858
11. Milena da Silva Cruz – Fulni-ô – Comércio Exterior Noturno – 18.975
12. Rubens Silva Granjeiro – Pankararé – Ciências Contábeis Noturno 19.013

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RELAÇÃO DOS CANDIDATOS APROVADOS NA PUC – PELO PROGRAMA PINDORAMA – 2012

1. AMANDA BEZERRA DOS SANTOS – Pankararu – Serviço Social – 13.196
2. BENIZIA GRANJEIRO DA SILVA – Pankararé – Ciências Contábeis – 16.543
3. WESLEY BARBOZA DOS ANJOS – Pankararu – Serviço Social – 19.246
4. Elton de Souza Pereira – Pankararé – Sistema de Informação – 19.733
5. KAIQUE CÉSAR QUEIROZ DA SILVA – Pankararé – Tecnologia e Mídias Digitais – 19.766
6. WELLINGTON ANTONIO DE OLIVEIRA – Pankararu – Serviço Social – 20.329
7. RAUDNEY NEVES DA SILVA – Pankararé  – Tecnologia e Mídias Digitais – 20.367

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Retomada Indígena IV

10 anos do Programa Pindorama

 RETOMADA INDÍGENA IV

19 a 24 de setembro – PUC-SP

Povos indígenas e o Estado Brasileiro

Retomada Indígena IV

Povos indígenas e o Estado Brasileiro

19/9 – 2ª feira

Abertura -19hPátio do Museu da Cultura

Dança indígena do povo Fulni-ô e Kariri Xokó

Filme Delírio verde (29 min., direção de Nico Muñoz/Argentina, Na Baccaert/Bélgica e Cristiano Navarro/Brasil).

Debate sobre o filme com Cristiano Navarro (diretor) e palestra Conquistas e desafios dos Povos Indígenas nos últimos 20 anos, pela Profa. Dra. Lúcia Helena Rangel (Faculdade de Ciências Sociais – PUC-SP e da coordenação do Programa Pindorama).

 20/9 – 3ª feira19h - Sala 100  (1º andar do prédio novo)

Vídeo: Os “belos monstros” da Amazônia (25 min., Cimi-TV-UFAM)

Mesa redonda: Hidrelétricas e Povos Indígenas. Debate com a Profa Marijane Lisboa (Departamento de Sociologia-PUC-SP), com representante do MAB-Movimento contra as barragens, e Jussara Rezende do Conselho Indigenista Missionário, Regional Sul.

 21/9 4ª feira –  11h - Pátio do Museu da Cultura

Oficina: Trançado fulni-ô, etnia de Pernambuco, ministrado por Avanir Florentino, do povo Fulni-ô

 19h –  Sala 100  (1º andar do prédio novo)

Mesa redonda: O Estado Brasileiro, a criminalização das lideranças indígenas e a situação dos presos indígenas

Um representante do Ministério Público Federal – SP/MS, Dra. Michael Nolan, assessora jurídica do Cimi e Wagner Moraes, Sateré-Mawé, graduando Direito PUC-SP.

 22/9 5ª feira – 10h. – Pátio do Museu da Cultura

Roda de conversa: A cidade como local de afirmação dos direitos indígenas.

Moderadora: Prof. Lúcia Helena Rangel (PUC-SP). Participantes: representantes Pankararé, Pankararu, Kaimbé, Guarani e Fulni-ô, representante do Pindorama, Representante da Defensoria do Estado SP, Cimi-Grande São Paulo, Pastoral Indigenista, Centro Gaspar Garcia, Comissão Pró-Índio-SP.

 19h. – sala 100  (1º andar do prédio novo)

 Mesa redonda: Os escritores indígenas hoje

Olívio Jekupé, Guarani Mbyá e escritor; Emerson Souza, Guarani Nhandeva, formado em Ciências Sociais PUC-SP e co-autor da coletânea A criação do mundo e outras belas histórias indígenas; Betty Mindlin, antropóloga e autora de vários livros sobre mitos e produção literária indígena e Nilton Colombo, professor da Oficina de Produção de Textos do Programa Pindorama.

 23/9 6ª feira11h – Pátio do Museu da Cultura

Oficina: Como trabalhar a questão indígena na sala de aula, ministrado por Leopardo Yawabane, do povo Kaxinawá (Programa Pindorama).

 19h. – (Sala P 65 – Prédio antigo)

Sessão comemorativa dos 10 anos de Pindorama

Convidados: Magnífico Reitor, Pró-reitor de Cultura e Relações Comunitárias PUC-SP, Fundação São Paulo, Funai, membros da coordenação do Programa, professores, parceiros, instituições apoiadoras e ex-alunos.

 24/9 sábado13,30h – Auditório 239 (2º andar)

Debate: Os indígenas resistentes: ser indígena hoje - Emerson Oliveira Souza, Guarani Nhandeva, formado em Ciências Sociais PUC-SP/Pindorama, e Wagner Moraes, Sateré-Mawé e graduando em Direito na PUC-SP, Profa. Lúcia Helena Rangel, antropóloga e diretora adjunta da Faculdade de Ciências Sociais da PUC-SP.

 Projeção de filmes

 18h – Auditório Paulo VI (ao lado da Biblioteca) – com roda de conversa.

 3ª. Feira: Hidrelétrica Tucuruí – 30 anos depois. Prelazia do Xingu (18,40 min.)

 4ª feira:  Mbaraká. A palavra que age – Os xamãs na luta pela terra (Edgar Cunha e Gianni Puzzo, 25 min.)

 5ª feira: Acampamento Terra Livre-Memórias de seis anos luta, APIB (25 min).

 Exposição no Museu da Cultura

 

10 anos do Pindorama Pindorama com fotos e material produzido pelos alunos (trabalhos e monografias)

Banca de venda de artesanato (de 19 a 23/9 no saguão do térreo do prédio novo – 18 às 21h)

Povos: Fulni-ô, Pankararé, Guarani, Wasu-Cocal e Kariri-Xokó.

 Realização: Programa Pindorama, Museu da Cultura, Pastoral Indigenista e Cimi-Grande SP.

Apoio: União Européia e OXFAM; Parceria: Associações Indígenas, Comissão Pró-Índio-SP, Centro Gaspar Garcia, Cursinho Foco e Pastoral Universitária.

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Indígenas na Universidade – PUC-SP

VESTIBULAR 2012

Pré-inscrição

1. O Programa Pindorama está aberto a qualquer indígena, residente na cidade de São Paulo ou na grande São Paulo,  e que se enquadre no perfil de aluno carente, cumprindo as exigências da PUC. Esses jovens terão que fazer o vestibular como os demais candidatos, concorrendo os indígenas entre si, sendo contemplados com bolsa integral os 12 primeiros colocados.

2. É necessário fazer a pré-inscrição pelo site do Programa (projetopindorama.com.br), de 12 de setembro a 7 de novembro, quando serão pedidos os dados pessoais (nome completo, endereço, telefone, RG, CPF e etnia/povo). A partir desta pré-inscrição será feita a lista oficial a ser encaminhada para a reitoria da PUC para o pagamento parcelado da matrícula. Quem não estiver nesta lista não será aceito pelo Programa. Essa pré-inscrição não substitui a inscrição oficial da PUC, que deverá ser feita pelo site da PUC.

3. O candidato deverá participar da reunião mensal do Pindorama do dia 24 de setembro, para que conheça melhor o Programa e sua dinâmica, a se realizar na sala 108, 1º andar do prédio “novo” (entrada pela rua Ministro Godoi).

Inscrição oficial no vestibular

1. A inscrição deverá ser feita de forma coletiva no dia 11 de novembro, 6ª feira. Para isto o candidato deverá assistir a uma reunião preparatória neste mesmo dia, ao meio-dia (ponto de encontro: sala 72, no térreo do prédio novo), quando serão dadas orientações sobre o Programa, seus critérios, exigências e cursos da PUC, além de ser um momento para a coordenação conhecê-los melhor.

2. Os que não puderem comparecer nesse dia deverão fazer a inscrição para o vestibular pela internet, conforme o regulamento da PUC-SP.

3. O candidato deverá pagar a inscrição do vestibular, que será em torno de R$ 120,00. Quando estiver mais próximo da data, confirmar o valor da inscrição no site da PUC (www.vestibular.pucsp.br).

Matrícula

1. Os que passarem serão avisados por telefone, além de haver uma lista dos aprovados no site do Pindorama. O prazo de matrícula é muito curto e por isso o candidato já deverá estar providenciando um comprovante étnico (original), mostrando sua ligação com seu povo, assinado pelo cacique, pelo presidente de uma associação legitimamente constituída ou pela Funai.

2. A matrícula deverá ser paga pelo aluno, sendo igual ao valor da primeira mensalidade. A reitoria da PUC tem autorizado que este pagamento seja feito em duas parcelas, sendo uma no ato da matrícula, e outra com cheque pré-datado para 30 dias. Lembrar que este valor é alto e costuma ser em torno de R$ 1.000,00. Providenciar o cheque de alguém (de preferência da família) ou fazer o pagamento à vista. Quem não tiver este valor perderá a vaga de bolsista e, portanto, é bom já ir fazendo uma reserva em dinheiro.

 A coordenação do Programa Pindorama

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Higienização e genocídio praticado no município de Santa Maria, à luz da teoria lúgubre de Malthus.

NOTA DE FALECIMENTO, TRISTEZA E INDIGNAÇÃO.

Morreu ontem de noite no hospital universitário de Santa Maria o filho do Pajé do Acampamento Indígena Mbyá Guarani do Arenal, Marcelino Martins.
A criança de apenas dois dias e sua mãe Suzana Benites tiveram que ser internadas no sábado, após passarem mal no acampamento em conseqüência do agravamento da saúde
provocado pelo parto sem condições e pela pneumonia da mãe e do filho.
O parto precoce foi provocado pela tosse e a febre da mãe que estava com pneumonia, a criança já nasceu com a mesma doença e por pouco não morre antes, o que provavelmente
ocasionaria o óbito da genitora, também.
O mais chocante de tudo isso, é que a mãe entrou em trabalho de parto sozinha, debaixo de um barraco de lona preta, em uma das noites mais frias do ano, sem água,
sem luz, sem médico, sem parteira, com pneumonia, com febre, sem nunca ter acesso a atendimento ou qualquer outro serviço médico específico que possui por ser indígena.
E mais “Bizarro” de tudo isso, já que se ultrapassou o conceito de “palhaçada”, pois agora temos uma criança morta, um pai desesperado e triste e uma mãe no Centro
de Tratamento Intensivo do hospital de Caridade, é que esse povo guerreiro que forjou a identidade sulina;
Apesar de viver de forma constante há mais de 1.500 anos nessa região;
Apesar de ter sido responsável pela fundação e viabilização da cidade na primeira metade do século XIX;
Apesar de viver no acampamento do Arenal a mais de 20 anos na mesma situação;
Apesar de já ter convocado, através do MPF, todos os órgãos responsáveis pelo atendimento de seus direito para uma assembléia popular onde entregaram suas reivindicações
históricas;
Apesar de esses órgãos terem se comprometidos diante do Promotor Público senhor Harold Hoppe em atender as demandas emergenciais da comunidade;
A mais de um mês nada acontece!
E essa população continua sem as mínimas condições humanas de viver no local onde vivem, continua tendo o seu acesso aos direitos universais mais elementares como,
Educação, Saúde, Água, Luz, Moradia, etc; dificultados e na maioria das vezes negado pela sociedade local que os considera invisíveis.

Enquanto isso… o Ministério Público que era quem, por força constitucional, deveria estar protegendo essa comunidade, apenas solicita informações, protela as decisões
que deveriam ser tomadas, preocupa-se em desqualificar grupos como o GAPIN, centra sua ação em torno de discussões vazia como as que faz em relação ao que é artesanato
indígena?, Se eles podem vender bijuteria no centro… etc.;
… a Prefeitura Municipal, a FUNAI, a SESAI o Governo do Estado etc. e etc., além de soluções paliativas, apenas discutem de quem são as responsabilidades ou cobram
informações uns dos outros e não se entendem, não tem uma política, não possuem um planejamento de suas ações e sequer possuem um cadastro atualizado da população
que mora no local.
A única política de Estado, que se percebe na cidade de santa Maria, há vinte anos no mínimo, em relação aos povos indígenas é a Malthusiana. Fundamentada na teoria
lúgubre de Malthus.
“Para eliminar-se uma comunidade não precisa bombardeá-la, basta lhes tirarmos, direitos básicos como saneamento, saúde, água, luz, etc., e deixarmos que a natureza
se encarregue do resto”.
Isso é uma política clara de genocídio. Não é admissível que até agora não foi possível construir nem que fosse uma casa de madeira apenas, ou que não tenhamos ainda
um agente de saúde indígena na comunidade, por exemplo.
O que significa deixar uma população sabidamente com problemas nutricionais debaixo de lona com esse frio, sem água potável, sem luz, sem saneamento, sem acompanhamento
adequado de uma equipe de saúde capacitada?
O resultado foi rápido: duas crianças internadas com quadro grave de pneumonia e uma morte, além da mãe que continua na CTI do hospital, isso em apenas quarenta
dias, ou seja, a política esta sendo aplicada com total sucesso.

GAPIN – Grupo de Apoio aos Povos Indígenas \ Santa Maria – RS

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V Encontro de Acadêmicos Indígenas

V Encontro de Acadêmicos Indígenas será dia 15 de agosto na UCDB

O V Encontro de Acadêmicos Indígenas de Mato Grosso do Sul, acontecerá no dia 15 de agosto, na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). O tema deste ano será “O Indígena no Ensino Superior: formação, apoio e profissionalização”.

Na parte da tarde serão organizados grupos de discussão que vão tratar do acesso à universidade, órgãos de apoio ao acadêmico e profissionalização, ou seja, o indígena após a conclusão do curso. Na noite do dia 15 acontece ainda a abertura do IV Seminário Povos Indígenas e Sustentabilidade, realizado pelo Rede de Saberes, Núcleo de Estudos e Pesquisas das Populações Indígenas da Universidade Católica Dom Bosco (Neppi/UCDB) e Programas de Mestrado e Doutorado em Educação da UCDB. O seminário vai até o dia 18.

O encontro é realizado pelos acadêmicos do Projeto Rede de Saberes, que apoia a permanência de indígenas no ensino superior. O projeto está presente na UCDB, na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul de Aquidauana (UFMS).

Em breve a programação dos eventos estará disponível no site do Rede de Saberes e Neppi.

Siga o @rededesaberes no Twitter.

CONTATO

(67) 3312-3590
neppiucdb@gmail.com

www.rededesaberes.org

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Atentade Contra Ônibus Escolar Índigena

Prezados Parentes;
Vamos unir forças e clamar aos Nossos Deuses pela Vida dos nossos irmãos.

Ônibus escolar é incendiado em Aldeia de Miranda
Repórter: Redacao Destaques 04/06/2011 Imprimir

Atiraram um Coquetel Molotov no para-brisa do ônibus

Na noite de sexta-feira (3), por volta das 23h00, um ônibus da frota do Transporte Escolar de Miranda, que faz o trajeto entre a área urbana e a Aldeia Cachoeirinha, foi vítima de ação criminosa. Indivíduos ainda não identificados atiraram um Coquetel Molotov na para-brisa dianteiro do lado direito do motorista. O atentado aconteceu na primeira entrada que leva à Aldeia Babaçu (que faz parte do complexo Cachoeirinha). Com o impacto o para-brisa quebrou e a gasolina se espalhou pela parte dianteira do ônibus. Ao mesmo tempo diversas pedras foram atiradas nas janelas do lado direito, quebrando diversos vidros, inclusive os da porta.

O motorista, Laércio Xavier Correia, assim como outras cinco pessoas que estavam nos bancos da frente foram atingidas pela gasolina em chamas, todas sofrendo queimaduras graves. Foram atingidas pelas chamas as seguintes pessoas: Nayara Francisco Vitor (18), Rosana de Oliveira Martins (29), Lurdivane Pires (28), E. F. L. (16) e E. S. (15). Os feridos foram socorridos e encaminhados para o Hospital Municipal de Miranda, transportadas por ambulâncias da Prefeitura. Diante da gravidade dos ferimentos, quatro deles foram encaminhados para a Santa Casa de Campo Grande. São eles: Laércio Xavier Correia, E. F. L., Rosana de Oliveira Martins e Lurdivane Pires, sendo que o estado dos três últimos é considerado grave. O incidente só não tomou maiores proporções porque as pessoas abriram a saída de emergência localizada na janela dos fundos e pularam para fora do ônibus.

Ao tomarem conhecimento do fato o encarregado da empresa de ônibus, que é terceirizada, assim como o encarregado pelo transporte escolar da Prefeitura Municipal, compareceram imediatamente ao local, prestando atendimento às vítimas. O fato foi levado ao conhecimento da Polícia Militar que deslocou uma viatura com os PMs: Romel Adriano Ojeda, Wilson José de Lima e Marcos Antônio Silva, que fizeram os devidos levantamentos no local. Infelizmente não foi possível identificar os autores da ação criminosa, e foi lavrado o competente Boletim de Ocorrência. Na manhã seguinte a Polícia Civil também esteve no local fazendo os devidos levantamentos.

A secretária de Educação, professora Mara Batista Almeida, assim como o empresário Gerson Lopes, mantiveram plantão no hospital no sentido de que toda a assistência necessária fosse prestada. Comunicado do fato, o prefeito Neder Vedovato determinou empenho em atender todas as vítimas.

Na manhã de sábado (4) o coordenador municipal da Funai, Evair Borges, acompanhado pelo Cacique Adilson (Aldeia Cachoeirinha) e pelo líder indígena Ramãozinho, estiveram na garagem da empresa, onde mantiveram contatos com o proprietário do ônibus, senhor Gerson Lopes, assim como com a secretária de Educação, Mara Batista Almeida. O fato foi comunicado à Funai e à Polícia Federal, a quem compete as investigações.

Na oportunidade, os líderes afirmaram que já está sendo realizada uma investigação dentro da própria comunidade e que já teriam pelo menos um suspeito.

Para o proprietário do veículo é inconcebível que uma pessoa tenha a capacidade de cometer um ato desses, arriscando a vida de pessoas. Gerson Lopes lembrou que tanto a empresa quanto a Prefeitura Municipal tem feito todo o possível para prestar um atendimento de qualidade aos estudantes. Gerson salientou que recentemente a frota passou pela inspeção do Detran, tendo os ônibus sido aprovados em todos os quesitos.


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Diagnóstico apontou índice elevado de sífilis entre populações indígenas do Amazonas

Diagnóstico apontou índice elevado de sífilis entre populações indígenas do Amazonas Manaus, 24 de Maio de 2011 Elaíze Farias A coordenadora da pesquisa, médica Adele Benzaken, apresenta resultados do diagnóstico e tratamento (Luiz Vasconcelos) A alta ocorrência de sífilis entre as populações indígenas do Amazonas, inclusive nas comunidades mais remotas, foi identificada durante pesquisa inédita coordenada pela Fundação Alfredo da Mata. O resultado da pesquisa foi apresentado nesta terça-feira (24), durante evento promovido pela Fuam. De uma população de 45 mil pessoas testadas desde 2009, 655 foram identificadas como portadoras da doença, chegando a um percentual de 1.43% do total da população diagnosticada. Uma preocupação específica é destinada às mulheres e o contágio da sífilis congênitca, que pode provocar abortos, malformação do feto decorrente da doença e até mesmo mortalidade da criança. As áreas onde a sífilis apresentou maior prevalência foram na região do Alto Solimões e do Vale do Javari, localizadas na região da Tríplice Fronteira, situação de facilita o contato com não-indígenas, segundo dados da pesquisa. Fatores externos e internos foram apontados como causadores desta vulnerabilidade indígena. Entre os externos estão ocupação ilegal de não indígenas, turismo, missões religiosas e forças armadas. Os fatores internos são desconhecimento sobre DST/Aids, uso de álcool, presença de comunidades indígenas em centro urbanos, migrações, restrições de uso de preservativo e festividades com presença de não indígenas. Continuidade Conforme Adele Benzaken, coordenadora da pesquisa, a constatação da sífilis (e também HIV) entre indígenas reforça a necessidade de implantar a cobertura do tratamento da doença por parte do Sistema Único de Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e de se aplicar o teste rápido nos mesmos moldes do diagnóstico realizado pela Fuam. Financiado com recursos da Fundação Bill e Melinda Gates, o diagnóstico realizado em campo, junto aos indígenas, dentro de suas comunidades, foi possível graças à tecnologia de testes rápidos executados por funcionários da Sesai (na época, vinculados à Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que receberam capacitação na Fuam para realizar a atividade Junto aos testes, os doentes receberam o tratamento único, com dose de penicilina. “O que fizemos foi criar uma linha de base no Amazonas e em Roraima. Não tinha nada e agora a gente sabe que tem (casos de sífilis), onde tem e qual a região com mais alta prevalência. A taxa de sífilis foi alta, de HIV foi baixa, mas onde tem sífilis, o HIV vai atrás. É uma questão de tempo”, explica. Logística A bioquímica farmacêutica Larissa Lizandra Miguel, do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) do Vale do Javari, região considerada vulnerável, afirmou que uma das maiores dificuldades de realizar o diagnóstico é a logística, o difícil acesso e a alta rotatividade dos profissionais. No caso do Vale do Javari, o diagnóstico apontou que a maioria dos portadores da sífilis é do sexo masculino. Segundo Lizandra, eles são contaminados no contato quando saem das aldeias e, no retorno, transmitem para suas aldeias. Expansão Hiojuma Monteiro, da coordenação de atenção primária da Sesai e representante do órgão, Antônio Alves, cuja presença no evento em Manaus foi cancelada, disse que já existe projeto de implantar o mesmo modelo da Fuam em outras áreas indígenas do país. Ela disse que a Sesai também vai prosseguir com as ações da Fuam, incorporando os testes rápidos e o tratamento entre os indígenas. “A gente já implantou nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei) em Tocantins e no Amapá os testes rápidos. Vamos realizar capacitação para formar multiplicador em outras partes do país. Essa metodologia de teste possibilita um retorno do resultado e a gente tem condições de dar logo o tratamento”, disse Hiojuma.

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Nota de Morte

NOTA DE MORTE ANUNCIADA

A história se repete!
Novamente, choramos e revoltamo-nos:
Direitos Humanos e Justiça são para quem neste país?

Hoje, 24 de maio de 2011, foram assassinados nossos companheiros, José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva, assentados no Projeto Agroextrativista Praialta-Piranheira, em Nova Ipixuna – PA. Os dois foram emboscados no meio da estrada por pistoleiros, executados com tiros na cabeça, tendo Zé Claúdio a orelha decepada e levada pelos seus assassinos provavelmente como prova do “serviço realizado”.

Camponeses e líderes dos assentados do Projeto Agroextratista, Zé Cláudio e Maria do Espírito Santo (estudante do Curso de Pedagogia do Campo UFPA/FETAGRI/PRONERA), foram o exemplo daquilo que defendiam como projeto coletivo de vida digna e integrada à biodiversidade presente na floresta. Integrantes do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), ONG fundada por Chico Mendes, os dois viviam e produziam de forma sustentável no lote de aproximadamente 20 hectares, onde 80% era de floresta preservada. Com a floresta se relacionavam e sobreviviam do extrativismo de óleos, castanhas e frutos de plantas nativas, como cupuaçu e açaí. No projeto de assentamento vive aproximadamente 500 famílias.

A denúncia das ameaças de morte de que eram alvo há anos alcançaram o Estado Brasileiro e a sociedade internacional. Elas apontavam seus
algozes: madeireiros e carvoeiros, predadores da natureza na Amazônia.
Nem por isso, houve proteção de suas vidas e da floresta, razão das lutas de José Cláudio e Maria contra a ação criminosa de exploradores capitalistas na reserva agroextrativista.

Tamanha nossa tristeza! Desmedida nossa revolta! A história se repete!
Novamente camponeses que defendem a vida e a construção de uma sociedade mais humana e digna são assassinados covardemente a mando daqueles a quem só importa o lucro: MADEREIROS e FAZENDEIROS QUE DEVASTAM A AMAZÔNIA.

ATÉ QUANDO?

Não bastasse a ameaça ser um martírio a torturar aos poucos mentes e corações revolucionários, ainda temos de presenciar sua concretude brutal?

Não bastasse tanto sangue escorrendo pelas mãos de todos que não se incomodam com a situação que vivemos, ainda precisamos ouvir as autoridades tratando como se o aqui fosse distante?

Não bastasse que nossos homens e mulheres de fibra fossem vistos com restrição, ainda continuaremos abrindo nossas portas para que os corruptos sejam nossos lideres?

Não bastasse tanta dificuldade de fazer acontecer outro projeto de sociedade, ainda assim temos que conviver com a desconfiança de que ele não existe?

Não bastasse que a natureza fosse transformada em recurso, a vida tinha também que ser reduzida a um valor tão ínfimo?

Não bastasse a morte orbitar nosso cotidiano como uma banalidade, ainda temos que conviver com a barbárie?

Mediante a recorrente impunidade nos casos de assassinatos das lideranças camponesas e a não investigação e punição dos crimes praticados pelos grupos econômicos que devastam a Amazônia, RESPONSABILIZAMOS O ESTADO BRASILEIRO – Presidência da República, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, Polícia Federal, Ministério Público Federal – E COBRAMOS JUSTIÇA!

ESTAMOS EM VÍGILIA!!!
“Aos nossos mortos nenhum minuto de silêncio. Mas toda uma vida de lutas.”

Marabá-PA, 24 de Maio de 2011.

Universidade Federal do Pará/ Coordenação do Campus de Marabá; Curso de Pedagogia do Campo UFPA/FETAGRI/PRONERA; Curso de Licenciatura Plena em Educação do Campo;

Movimento dos Trabalhadores Sem Terra – MST/ Pará; Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura – FETAGRI/Sudeste do Pará;

Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar – FETRAF/ Pará;

Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB; Comissão Pastoral da Terra – CPT Marabá; Via Campesina – Pará; Fórum Regional de Educação do Campo do Sul e Sudeste do Pará

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Desvio de Dinheiro Publico

Mozarildo denuncia desvio de R$ 500 milhões na Fundação Nacional de Saúde
23/5/2011 13:10, Por Agencia Senado

O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) denunciou nesta segunda-feira (23) o que classificou como “desmandos” da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no atendimento às populações indígenas. Ele disse que, de acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), R$ 500 milhões foram desviados da Funasa nos últimos cinco anos. Somente em Roraima, a Funasa já foi alvo de duas operações da Polícia Federal (PF).

- Mas, na verdade, os vícios e as mazelas continuam. E agora na sexta-feira, os índios Yanomami fizeram um levante em frente à sede da Funasa pela não efetivação no cargo da atual coordenadora Claudete Schwertz, na direção do Distrito Sanitário Yanomami, porque acreditam haver uma jogada política nessa história. Segundo eles, estão querendo indicar Andréia Maia Oliveira, que não é bem aceita pelas comunidades indígenas – afirmou.

Mozarildo leu carta do movimento indígena que acusa o atual presidente da Funasa em Roraima, Marcelo Lima Lopes, de ameaçar a saúde do povo Yanomami e do povo Ye’kuana. O senador lembrou que Marcelo Lima Lopes já foi preso numa das operações da PF, mas continua no comando da Funasa. Ele assinalou que todos os distritos do país já tiveram suas coordenações confirmadas, menos Roraima.

O senador disse que, sendo médico, fica revoltado ao se deparar com um esquema montado para roubar na área da saúde. Para ele, trata-se de crime hediondo, pois se está roubando a saúde e até a vida das pessoas, e, neste caso, dos índios que, apesar de serem os mais carentes de um atendimento sério, são vítimas desse esquema.

- Fazem licitação de vôos, por exemplo, da capital Boa Vista para a região Yanomami, Surucucu e outras áreas, e esses vôos não são realizados. O pagamento é feito e há um racha entre as empresas e os dirigentes dos órgãos. Isso foi comprovado pela Polícia Federal. A mesma coisa na compra de medicamentos, que pelo visto é uma grande quadrilha nacional que se especializou em vender remédio super faturado, com prazo de validade curta e compra com dispensa de licitação – afirmou.

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